A Paccar, fabricante de caminhões DAF e Kenwhorth, para os mercados da Europa e América do Norte, respectivamente, está avaliando a instalação de uma fábrica no Brasil. A unidade - que deverá receber aportes financeiros de US$ 200 milhões – está sendo cogitada por cinco Estados: São Paulo, Minas Gerais, Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul. Na última semana, representantes da empresa norte-americana participaram de uma visita técnica à Porto Alegre/RS. De acordo com informações do governo local, o principal objetivo da companhia foi avaliar o capital humano do Estado antes de decidir onde vai instalar a sua nova planta industrial. Essa foi a segunda visita de executivos da empresa ao Estado, cujo investimento deve gerar mil empregos, com o objetivo de obter 10% do mercado nacional do segmento.

Fonte: zero hora





Mercedes-Benz divulga caminhões traçados (OC/OM)


A Mercedes-Benz oferece o caminhão pesado 2726 6x4, versões betoneira e basculante, para a construção civil, que assegura força e robustez no transporte de concreto, conforme explica a montadora. O veículo tem capacidade para 26.500kg de peso bruto total - PBT e para 45.100kg de capacidade máxima de tração - CMT, motor eletrônico OM 906 LA que oferece uma potência de 260 cv, com torque de 107 mkgf entre 1.400 e 1.600 rpm. Além disso, possui câmbio Mercedes-Benz G 221 de 9 marchas, embreagem de 430 mm, eixos traseiros reforçados e robustos e exclusivo freio-motor Top Brake. A versão betoneira vem equipada com tomada-de-força na traseira do motor, e na basculante é instalada no câmbio. O modelo 2726 6x4 também está disponível na versão plataforma para serviços de apoio no campo nos segmentos canavieiro, madeireiro e de mineração. A montadora oferece também para a construção civil o Actros 4844 8x4 basculante, além dos modelos 3340, 3344, 4140 e 4144, todos com tração 6x4. A essa gama de produtos junta-se o Atego 1725 com tração total 4x4.


http://www.omecanico.com.br/
Um caminhão fora de série que anda no asfalto ou na estrada de terra, os chamados fora-de-estrada. A linha rodoviária são de duas versões, uma de plataforma e outra de cavalo-mecânico para ser adaptada a uma grande variedade de transportes, como cargas fracionadas e paletizadas, produtos industrializados, eletrodomésticos, móveis, veículos, hortifrutigranjeiros, bebidas, cargas frigoríficas, cargas líquidas, cereais, alimentos e outros produtos.
A linha de caminhões Axor fora-de-estrada vem em duas versões, uma basculante e outra de cavalo-mecânico   e destinados para transportes pesados no setor de construção civil, agroindústria, usinas de açúcar e álcool, empresas de cultivo e extração de madeira e companhias mineradoras. São caminhões robustos que aguentam circular em terrenos irregulares.
A Mercedez Benz tem uma varedade completa de carcas pesadas para qualquer tipo de transporte.


Fonte: http://carrocarro.com.br

Ouro Verde adquire 150 caminhões Mercedes-Benz


Precisando renovar sua frota, a Ouro Verde não pensou duas vezes: escolheu a Mercedes-Benz. A empresa, uma das maiores do País nos segmentos de transporte e terceirização de frotas, adquiriu 150 caminhões da Marca.
Já foram entregues 46 unidades do caminhão pesado Axor 3344 S 6×4 cavalo-mecânico e mais 37 do Axor 3344 P 6×4 plataforma. A Ouro Verde também já conta com 44 unidades do pesado 2726 6×4 e mais 15 do semipesado 1718 4×2, ambos da Linha Tradicional.
Com os veículos adquiridos, a empresa pretende ampliar seus negócios e conquistar novos clientes no setor de etanol, um de seus ramos de atuação que vem registrando maior crescimento.
Os testes com os caminhões feitos pela Ouro Verde foram acompanhados pela equipe de Vendas da Mercedes-Benz e pela Divesa, de Curitiba, como conta Cerineu Martelli, gerente comercial do concessionário. Essa parceria contribuiu para a decisão do cliente, que contou com suporte especializado durante as avaliações. Na hora de fechar o negócio a parceria continuou: a compra foi financiada pelo Banco Mercedes-Benz.

Fonte: http://blogcaminhao.mercedes-benz.com.br
Além das carretas, as cegonheiras – veículos que transportam automóveis – também vão ter restrições para circular por Vitória. O abastecimento das concessionárias, hoje feito durante o dia, terá que ser realizado à noite. A proposta está entre as mudanças que vão ser feitas no decreto que regulamenta o tráfego de caminhões e carretas pela Capital. 
O problema com esse tipo de veículo, além do tamanho, é que eles interditam as ruas para fazer o descarregamento dos carros. “Com isso, causam transtornos ao trânsito em diversas vias”, assinala Fábio Damasceno, secretário municipal de Transportes. 
Na última semana, diversas carretas cegonheiras foram flagradas em Vitória pela equipe de A GAZETA, todas ocupando uma faixa de rua ou avenida para sua movimentação de descarga. Uma delas estava na Avenida Fernando Ferrari, uma das mais movimentadas da Grande Vitória.
Para solucionar o problema. a alternativa avaliada é transferir esse descarregamento para a noite, após as 22 horas. A proposta já preocupa Luciano Piana, presidente do Sindicato das Concessionárias e Distribuidoras de Veículos do Estado (Sincodives).
“É um custo a mais, porque é preciso manter funcionários nesse horário. Mas, se é lei, vamos cumprir”, frisa. Como acha pouco provável que as empresas queiram fazer o descarregamento noturno, Piana acena com a criação de um entreposto, fora de Vitória. 
No local seriam descarregados os automóveis, que seriam transportados para Vitória em caminhões menores. “Isso vai acabar gerando uma evasão fiscal. O faturamento dos veículos seria no município onde for instalado o entreposto”, argumenta. 
Ele descarta a criação de áreas de manobra e descarregamento para as cegonheiras nos pátios das concessionárias. Argumenta que poucas possuem terreno suficiente para isso. 
Gigante
22,4 metros - É o tamanho de uma carreta cegonheira, que pode transportar até 11 carros. Sua altura não deve ultrapassar a 2,25m, além de 2,40m de largura, segundo o Conselho Nacional de Trânsito.

Motoristas querem fugir da Rodovia do Contorno 
Os problemas da Rodovia do Contorno – falta de sinalização, de iluminação, obras, tráfego intenso e acidentes –, desestimulam os motoristas de caminhões e carretas a trafegarem pela via. A avaliação é de Mário Natali, superintendente do Sindicato das Empresas de Transporte Rodoviário de Cargas e Logística (Transcares).
Para fugir desses problemas, os motoristas buscam como caminho alternativo as vias de Vitória para chegar à BR 101. Dessa forma, desrespeitam a legislação municipal. “Não há justificativa, mas é o que acontece”, pontua Natali.

Sem sinalização 
A falta de sinalização nos acessos a Vitória e até mesmo na cidade é outro fator que acaba levando ao desrespeito da lei. “A sinalização que temos não é eficiente. O alerta preventivo deveria existir já nas rodovias federais, bem antes de chegar a Vitória”, pontua o superintendente, destacando que muitos caminhoneiros residem em outros Estados e não conhecem as leis municipais.
Natali avalia que as novas regras para tráfego de carretas em Vitória vão impactar a competitividade do sistema de transporte, assim como as dificuldades enfrentadas com o sistema viário; a gestão dos portos, com caminhões aguardando até três dias para serem carregados ou descarregados; e a ausência de retroárea, espaço para armazenamento das cargas. 
“Mas apoiamos a decisão da prefeitura, porque sabemos que a cidade tem suas limitações”, pontua o superintendente, acrescentando que pretende conversar com empresários do setor sobre o assunto. Ele reconhece que as ruas de Vitória são estreitas e que não suportam o peso das carretas e caminhões.

Fonte: http://www.brasilcaminhoneiro.com.br/