Segredo revelado: Iveco apresentará Stralis Active Space na Fenatran




A fabricante italiana Iveco quer surpreender na Fenatran 2011 com um novo caminhão extrapesado. Trata-se do Stralis Active Space, um novo conceito de veículo que reúne uma cabine com amplo espaço, um painel exclusivo, e três opções de motorização (440, 480 e 560 cavalos).
Este modelo será lançado em 2012 e faz parte da nova geração de caminhões Iveco batizada Ecoline, com a qual a empresa vai renovar todos os seus produtos à venda no Brasil entre 2012 e 2014.
Na versão teto alto, a cabine do Active Space mede 2.500 mm de largura e 3.820 m de altura, sendo uma das mais amplas do mercado. O Stralis Active Space, ou AS, terá ainda uma versão teto médio, com os mesmos 2.500 mm de largura e 3.347 mm de altura.







O novo painel é montado em duas cores (preto e caramelo). O volante tem duas tonalidades e traz as teclas de comando do computador de bordo que inclui nível de Arla 32 e econômetro. À direita dos instrumentos, encontram-se as teclas da transmissão automatizada (D, N, R), condução econômica (ECO), limitador de velocidade, rebatedor elétrico de cabine e luzes internas. O módulo central é virado para o motorista, com os comandos de elevação do terceiro eixo (6×2), tomada de força, buzina pneumática, rádio e do ar condicionado digital.


Fonte: Brasil Caminhoneiro


Os principais lançamentos que a fabricante de reboques e semirreboques, RodoLinea, tem para este ano serão feitos na 18ª Fenatran. A empresa irá apresentar oito produtos inéditos e novidades também para os modelos que já foram lançados – os Semirreboque Graneleiro, o Semirreboque Basculante e o Rodo Sider.
Além dos lançamentos, ainda reserva novas parcerias internacionais para o desenvolvimento de produtos e tecnologia. A linha mais recente traz inovações em design, caixas de carga e outras tecnologias.
A RodoLinea tem sede no Paraná e é responsável também pela produção de Basculante, Canavieiro, Porta Container, Graneleiro, Carga Seca e Carrega.

Fonte: Brasil Caminhoneiro

Tector chega com teto alto, interior novo e motores mais potentes

A fabricante Iveco revela a segunda novidade que será apresentada ao público na próxima Fenatran. A família de semipesados Iveco Tector, da linha Ecoline, ganhou uma nova cabine de teto alto, novo interior e painel, além de motores mais potentes. As primeiras versões do modelo serão lançadas em 2012.
Na linha Ecoline, a cabine do novo Tector tem opção de teto alto, que oferece mais espaço para motorista e ocupante. O painel novo é ergonômico e elegante. Os indicadores de velocidade e rotação do motor (rpm) são analógicos, bem visíveis, e entre eles está o computador de bordo, com econômetro e indicador de nível de Arla 32. Os bancos ganharam novas forrações.





O caminhão passa a contar com farol de neblina, espelhos retrovisores elétricos, nova suspensão de cabine e tanque de combustível de alumínio.
Os novos motores Iveco-FPT NEF 6 de seis litros e commom rail atendem às normativas Proconve P7 (Euro 5), e estarão disponíveis nas potências de 220 e 280 cavalos. Comparado ao modelo anterior, o consumo do novo Iveco Tector melhorou em até 4%. O câmbio ZF sincronizado tem sistema “single H”. A gama vem com cinco opções de entreeixos, com melhor adequação às necessidades do transportador.
Todas as famílias Ecoline da Iveco (Tector incluso) serão produzidas no Brasil, na fábrica da empresa em Sete Lagoas/MG, o que significa que poderão ser financiados pelo Finame. Haverá importação somente para as versões destinadas a aplicações especiais.

Fonte: Brasil Caminhoneiro

Scania reforça sua imagem de fabricante de caminhões pesados com seus novos modelos V8




Ano que vem, o extrapesado mais potente fabricado no Brasil será da Scania. Com um motor V8 (oito cilindros em V) de 16 litros, o caminhão da linha R vai puxar carga com uma cavalaria de 620 cv. O motor já vai atender, como todos os demais, as normas do Proconve P7. Ainda com motor V8, a Scania vai oferecer outro modelo, também da linha R, mais modesto, de 560 hp.
A luxuosa novidade, em vistoso vermelho Ferrari, será exposta no estande da Scania na Fenatran. Na “avant première” para a imprensa especializada, na pista de testes da Randon, em Farroupilha, RS, pudemos andar no novo caminhão, com bi-trem e carga de 55 toneladas. Não foi exatamente um teste, apenas uma degustação.
Dotado com a terceira geração do câmbio automatizado Opticruise, é fácil sentir, logo de saída, a força do pesadão que ganha velocidade, mesmo em baixas rotações, sem qualquer esforço extra. Com uma troca macia e sincronizada, o caminhão, carregado, oferece a sensação de pilotar um automóvel de luxo. Impressiona as respostas rápidas do motor à mais leve pressão no pedal do acelerador.
O preço ainda não foi divulgado, mas não é tão difícil de fazer uma estimativa aproximada. No negócio caminhões, pode considerar que cada cavalo sai, em média, 800 reais. Se agregarmos outros itens de conforto e segurança, podemos subir o valor unitário do cavalo para mil reais. Brigando no preço, um caminhão desta estirpe sai por volta de 500 mil reais.
Certamente é um veículo especial e, por enquanto, para poucos no Brasil. Uma espécie de cartão de visitas de grandes operadores. Mas a aposta da Scania é no crescimento deste mercado por aqui.
“Os V8 da Scania estão dominando a faixa de alta potência do mercado de caminhões em muitas partes do mundo, respondendo por mais da metade do volume total de vendas nas faixas de 600 cavalos e acima. No Brasil, também há um nicho bem específico para os V8. Eles são indicados para os transportadores que primam pelo prestígio da marca, mas não abrem mão de reduzidos custos operacionais em sua frota”, explica Roberto Leoncini, diretor geral da Scania no Brasil.
Os caminhões V8 da Scania são impactantes para quem os vê. O grifo da Scania, potência e logotipo do V8 em acabamento cromado na frente e com frisos cromados ao redor das entradas de ar, além da identificação, assumem também função de adorno. A grade dianteira ganhou novo desenho, agora destacada em preto com padrão especial de malha. Andamos na versão top, com faróis de xenôn (opcionais) com molduras escuras.
Por dentro, mais luxo. Vale destaque para os pedais de metal com estilo especial e blocos de borracha e o símbolo V8 no painel e no limpador da soleira da porta. Volante preto em couro com costuras em cinza claro ficou muito nobre, mas também é opcional. Outro opcional são os assentos em couro preto com gomos e costuras em cinza claro e símbolo do V8 em alto relevo. Fazem conjunto com os assentos: símbolo do V8, moldura em couro, descanso para braço em couro preto com costuras e grifo da Scania no painel da porta, além do jogo de tapetes com V8 e gomos em couro preto e costuras em cinza claro no centro da cabine.

Ao contrário dos carrões, que são beberrões, os motores V8 empregados nos caminhões são conhecidos no mercado por sua economia de combustível em trabalhos mais pesados. O torque elevado em baixas rotações cria a possibilidade de economizar ainda mais combustível. De acordo com a Scania, seus motores V8 são regulados para fornecer grande torque já na marcha lenta, para facilitar o arranque. E isto pudemos constatar “in loco”.
O torque máximo é produzido a partir de 1.000 r/min. O declive da curva de torque nas rotações mais altas é cuidadosamente combinado com a elevação da curva de potência para fornecer “potência extra” nas subidas – o motor parece ficar ainda mais forte na medida em que as rotações caem, resultando em excelente dirigibilidade.
Para atividades que exigem força e robustez os caminhões V8 são os mais indicados. Na Europa caminhões extrapesados com mais de 600 cavalos de potência são comuns, vide o recente lançamento da Volvo, cuja potência bateu 750 cv, mas só estará nas estradas a partir de 2012. Por ora, no Brasil, há o Scania V8 sobrando com seus 620 cv de potência.

Ficha Técnica dos novos Scania –  V8
560 620
Motor DC16  560 DC16 620
Volume 15.6 litres 15.6 litres
Ordem de combustão 1-5-4-2-6-3-7-8 1-5-4-2-6-3-7-8
Cilindros 90º V8 90º V8
Válvulas por cilindro 4 4
Diâmetro x curso 127×154 mm 127×154 mm
Taxa de compressão 17:1 17:1
Sistema de injeção Scania PDE Scania PDE
Controle de emissões Proconve P7 (Euro 5)/ Scania SCR Proconve P7 (Euro 5)/ SCANIA SCR
Potência 560 hp/1900 rpm 620 hp/1900 rpm
Torque 2700 Nm/1000-1400 rpm 3000 Nm/1000-1400 rpm
Freio Motor 304 kW/2400 rpm 304 kW/2400 rpm
Capacidade de óleo 32 litros 32 litros
Cabines R ou Highline R ou Highline
Configuração de roda 6×2 ou 6×4 6×2 ou 6×4
Scania Retarder Opcional Opcional
Scania Opticruise Opcional Opcional
Eixos traseiros Redução simples
Redução no cubo
Redução simples
Redução no cubo
 Imprimir Enviar


Fonte: Brasil Caminhoneiro

Linha 2012 de caminhões Scania será equipada com novas versões do Opticruise e Retarder



 
Tão importante quanto conseguir mais potência no motor é, também, fazer com que o veículo faça o melhor aproveitamento desta força (com a utilização de uma eficiente caixa de câmbio) e, sobretudo, que o caminhão possa diminuir a velocidade, e até mesmo, parar na hora certa.
Em sua nova linha, cujos caminhões serão comercializados já a partir do primeiro dia do ano que vem (e estarão todos expostos na Fenatran), a Scania apresenta também a terceira geração de sua caixa automatizada Opticruise, além de seu sistema auxiliar de freio, também novo, Retarder, que ganha maior potência de frenagem.
“A Scania é pioneira na implementação de caixa automatizada em caminhões no Brasil e, nesta Fenatran, apresenta ao mercado uma nova geração, com um software ainda mais inteligente, e uma versão mais potente do freio auxiliar, o Scania Retarder, somando este diferencial competitivo para os produtos da marca”, afirma Celso Mendonça, gerente de Pré-Vendas da Scania no Brasil.
A terceira geração da caixa de câmbio automatizada da Scania, que tem como objetivo principal facilitar a troca de marchas e corrigir possíveis “barbeiragens” na condução, chega ao mercado brasileiro em uma versão com um software ainda mais inteligente e um reduzido número de componentes.
Uma das principais características da nova caixa automatizada da marca é a inteligência do sistema, que é capaz de entender melhor o comportamento e a forma de dirigir do motorista, conseguindo antever algumas situações de risco e corrigi-las independentemente da velocidade e condições topográficas em que o veículo se encontra.
“Por suas vantagens operacionais, a caixa de mudança Opticruise foi considerada a melhor da Europa pelas revistas especializadas de lá”, afirma Mendonça. O sistema é baseado em uma caixa de câmbio padrão completamente manual, o que facilita a manutenção e a reposição de peças, e será oferecido em uma versão totalmente automatizada, com ou sem pedal de embreagem, dependendo da operação em que o veículo será utilizado.
De acordo com Mendonça, para o segmento Off Road, por exemplo, é recomendada a utilização do sistema com pedal de embreagem. “Nestas aplicações mais severas, o pedal de embreagem facilita a vida do condutor, que é obrigado a fazer muitas manobras”, explica.
A nova caixa automatizada da Scania possui todos os controles integrados na alavanca à direita do volante, que também controla o freio auxiliar Retarder. Pela função de kick-down, o motorista pode forçar a redução de marchas, caso seja necessário, e o modo de potência permite rotações mais altas, por exemplo, durante subidas.
Entre os recursos específicos, estão o modo de manobra e o modo de desatolamento automático, que percebe quando as rodas motrizes estão perdendo a aderência e permite ao veículo balançar rapidamente de um lado para o outro para sair de um buraco.
Opticruise
O Scania Opticruise também oferece modo de condução especial adaptado para terrenos acidentados, que complementa o modo normal e o modo de potência.
O modo normal é otimizado para maximizar a economia de combustível, entregando bom desempenho em aclives. O sistema ajusta o giro do motor na faixa de torque máximo quando necessário.
O modo de potência é destinado para viagens nas quais o tempo de percurso é essencial. O desempenho em aclives é adaptado para ajustar o giro do motor na faixa de potência máxima. Há algum sacrifício de combustível, mas a subida de aclives é mais rápida e com mudanças de marchas ligeiramente mais rápidas que no modo normal.
No modo fora de estrada o número de mudanças de marchas é minimizado, permitindo que o giro do motor varie ao longo de uma faixa de rotação mais ampla. As mudanças de marchas são mais rápidas e a marcha de partida é sempre mais baixa que necessária.
Veja abaixo como estão localizados os comandos na alavanca:


Mais força para parar

O Scania Retarder teve seu desempenho de frenagem melhorado com o torque máximo subindo de 500 Nm para 3.500 Nm, enquanto o torque de frenagem em baixos níveis de giro aumentou em 40%.
Uma versão de alta potência do Retarder está disponível para aplicações fora da estrada. Ela produz até 4.100 Nm e o desempenho em baixa velocidade na estrada foi melhorado ainda mais.
A grande diferença entre o novo sistema de freio auxiliar e a versão anterior é a maior capacidade de frenagem em velocidades inferiores a 20 km/h, uma demanda do mercado Off Road.

Fonte: Brasil Caminhoneiro