Nova geração Iveco Trakker vem com mais força e com transmissão automatizada








A nova geração de produtos da Iveco, a Ecoline, chega com a nova gama Iveco Trakker, o único caminhão pesado fora-de-estrada do mercado genuinamente nascido off-road. Base do caminhão vencedor do rali Dakar 2012 (a mais difícil e exigente competição automobilística do mundo).
O primeiro veículo da nova linha é o Iveco Trakker 6×4, leito é ideal para operações na indústria da cana, madeira e construção. Mais potente, com 440 e 480cv, e econômico que a versão anterior, o novo modelo vem com transmissão automatizada, novas opções de entre-eixos e cabine.
O novo interior tem painel mais moderno, mais ergonômico. Há uma nova versão cabine leito opcional e uma ampla lista de opcionais (como ar-condicionado) que aumentam a qualidade de vida a bordo e a facilidade de condução do modelo. O sistema de engate da transmissão manual foi revisado e agora é do tipo “single H”, mais fácil de usar. O painel é novo, moderno e ergonômico. Os bancos do passageiro e motorista tem suspensão pneumática e as forrações são de material lavável, apropriado para as operações fora-de-estrada. O caminhão vem com um espelho retrovisor angular no lado direito, para facilitar manobras, além dos retrovisores laterais externos bipartidos. De série os equipamentos incluem climatizador, ar-condicionado, vidros com acionamento elétrico e rádio CD-player, entre outros.

O motor Iveco-FPT Cursor 13 com tecnologia SCR, adequado à normativa Proconve P7, vem com novas potências. Passaram de 380cv e 420cv para 440cv e 480cv, e no processo tiveram grande aumento de torque: 2.100Nm (+16%) e 2.250Nm (+18%), respectivamente, plano entre 1.000 e 1.450 rpm. A força se exprime também no freio motor, com 415cv a 2.400 rpm (que pode chegar a 975cv com “intarder” – opcional, a maior potência de frenagem da categoria).
O Iveco Trakker é um produto que nasceu off-road, projetado para o trabalho em condições de exigência extrema. Seu chassi é feito em aço especial, com longarinas de perfil mais alto e 10 mm de espessura. Com isso, o novo Iveco Trakker 6×4 tem carga útil de 35.500kg e PBT técnico de 41.000 kg, tem capacidade máxima de tração (CMT) de 132 toneladas, chegando, em condições excepcionais de operação, a 176 toneladas (a maior da categoria).
A capacidade de carga na suspensão traseira é de 32 toneladas, o que resulta em durabilidade do conjunto. O eixo traseiro tem bloqueio longitudinal e transversal e redução nos cubos, combinado com a suspensão tipo “cantilever”, com molas semi-elípticas de simples estágio e barra estabilizadora. O eixo dianteiro tem capacidade de 9 toneladas, resultando em resistência, estabilidade e segurança na operação. Outros pontos de força são o melhor ângulo de ataque da categoria (26º), um protetor frontal inferior especial para terrenos acidentados com grande incidência de pedras e poeira.
O modelo traz para-choque dianteiro tri-partido, feito em aço, ideal para as difíceis condições fora-de-estrada, resultando em menor custo operacional. A suspensão da cabine é de 4 pontos, com molas helicoidais que absorvem os impactos e garantem conforto para o motorista e durabilidade ao conjunto. O caminhão tem filtro de ar “heavy duty” com filtro secundário para maior segurança durante a manutenção do sistema de admissão de ar, componente imprescindível para veículos que operam em minas e em construções pesadas. O cano de escape vertical é opcional. Os pneus de série são 11R22, mas com pneus 325/95 R24 (opcionais) o modelo pode ser usado também na mineração.
“Este caminhão é uma máquina profissional, para trabalhar ininterruptamente sob as mais exaustivas condições de carga, relevo e clima”, diz Davi Lunardi, diretor da gama de pesados da Iveco América Latina, lembrando que a Iveco já vendeu mais de 70 mil unidades do Trakker no mundo. “Nossos clientes brasileiros elogiam principalmente a confiabilidade do produto, que retorna em disponibilidade de utilização, isto é, o caminhão não pára”.
No desenvolvimento da nova geração de caminhões Ecoline da Iveco os modelos foram testados por mais de cinco milhões de quilômetros. “A nova geração Iveco Trakker é um exemplo de resistência e durabilidade, como o modelo provou no rali Dakar 2012, por exemplo.”
Veículo fundamental nas grandes obras de infraestrutura e em operações agrícolas de grande porte e mineração, os pesados fora-de-estrada vem ampliando sua importância dentro do mercado brasileiro de caminhões. Dentro deste segmento, o Iveco Trakker vem gradativamente aumentando sua participação. Lançado no Brasil em 2008, o modelo hoje representa 7,5% das vendas do segmento. “Com a nova geração vamos continuar crescendo”, prevê Lunardi.
A nova geração Iveco Ecoline
A nova geração Iveco Ecoline representa uma grande mudança para a Iveco. A nova gama envolve todos os veículos da marca e traz novas cabines, novos interiores, modificações mecânicas de chassi e suspensão e detalhes estéticos que alcançam todas as famílias de produtos da marca. Além disso, as variações de cada gama são mais numerosas. Das atuais 85 possibilidades de produtos Iveco (contando família, cabine, powertrain e chassi, apenas), a nova geração Ecoline dá um salto para mais de 140 versões. Todas as famílias de produtos da marca serão produzidas no Brasil, na fábrica da empresa em Sete Lagoas (MG), o que significa que poderão ser financiadas pelo Finame.


Fonte: Brasil Caminhoneiro



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Vídeos: Confira todas as novidades apresentadas na Fenatran 2011

Nova Linha Actros Mercedes-Benz - 28/10/2011

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  • Nova Linha Actros Mercedes-Benz

    28/10/2011
  • Nova Linha Axor Mercedes-Benz

    27/10/2011
  • Nova linha Atron Mercedes-Benz

    27/10/2011
  • Nova Linha 2012 Mercedes-Benz

    27/10/2011
  • Mercedes Benz Atego

    25/10/2011
  • Nova linha Accelo Mercedes-Benz

    25/10/2011
Respeite a sinalização de trânsito.

 Fonte: http://mercedes-benz.com.br

    Caminhões sujos não poderão trafegar na área portuária em Paranaguá

    SÃO PAULO - A Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), no Paraná, inicia nesta quinta-feira, 2, uma fiscalização rigorosa de caminhões que trabalham na descarga de granéis sólidos em Paranaguá.

    Todos os caminhões que deixam a área primária do cais carregados com fertilizantes e que estiverem sujos ou com avaria na carroceria, causando vazamentos, serão impedidos de fazer novos carregamentos.
    A ação será feita pela Guarda Portuária da Appa e tem por objetivo obrigar operadores portuários, donos de caminhões e cooperativas a manterem seus caminhões em perfeitas condições de tráfego, evitando vazamentos.
    A Appa instalou ainda jatos de ar na saída de cada berço que opera com carga de fertilizantes. Cada motorista, após o carregamento do caminhão, deve passar o jato de ar para eliminar eventuais sobras e impedir que estes acúmulos vazem ao longo das ruas. Caso exista imperfeições na carroceria será preciso fazer restauro para evitar que o caminhão seja impedido de carregar e descarregar produtos.


    Fonte: http://www.estadao.com.br

    Restrições na circulação de caminhões aumentam gastos

    RENÉE PEREIRA - O Estado de S.Paulo

    A travessia das regiões metropolitanas tem provocado uma grande pressão sobre os custos de transporte no País. Em São Paulo, por exemplo, há restrição para a circulação de caminhões de grande porte nas marginais e áreas centrais. Mesmo nas cidades onde a movimentação é livre, os congestionamentos elevam os prejuízos.
    "Atrasos representam custo maior com óleo, diesel, salário e manutenção", observa Valdir Santos, presidente da ASA Transportes. Segundo ele, outro problema que afeta a vida dos clientes é a insegurança no transporte. "O volume de escoltas entre São Paulo e Santos, por exemplo, cresceu 400% em 2011."
    Ele destaca que empresas menores estão deixando de fazer essa rota por causa da elevação dos custos provocados pelos atrasos no descarregamento das cargas em Santos e demora para atravessar São Paulo. Quem contrata os serviços de uma transportadora paga o valor do frete - que não é nada barato -, mas não é responsável pelo tempo gasto durante o percurso. De São Paulo a Santos, diz o executivo, paga-se cerca de R$ 1 mil pelo frete, mais o pedágio (que pode chegar a R$ 800) e também serviço de segurança e seguro.
    Por outro lado, os gargalos viraram uma grande oportunidade de negócios na área de armazenagem. A JSL (antiga Julio Simões) está montando um Centro Logístico Intermodal na cidade de Itaquaquecetuba, ao lado da Rodovia Ayrton Senna e da ferrovia. O objetivo é trazer a carga pela ferrovia, por exemplo, até o local. Dali a mercadoria segue em caminhões menores para ser distribuída em São Paulo e região, sem restrição de horários. "O empresariado tem superado as dificuldades com criatividade", afirma o presidente da JSL, Fernando Simões./ R.P.
    Da China até o Brasil, um contêiner percorre cerca de 17 mil quilômetros (km) numa viagem que pode durar 35 dias de navio. O transporte de cada unidade até o Porto de Santos fica em torno de US$ 1,2 mil (R$ 2 mil), dependendo do tamanho da embarcação e das negociações com os armadores. Dali até a capital paulista são apenas 77 km, quase nada diante da viagem feita desde o Oriente. Mas o custo - pasmem - é o mesmo.
    A movimentação de carga entre Santos e São Paulo custa cerca de R$ 2 mil por contêiner, conta Fernando Nicory, diretor da Magma, empresa do setor têxtil que compra parte de sua matéria-prima no exterior. "A mercadoria cruza o mundo por US$ 1,2 mil e sobe a serra por R$ 2 mil. Isso tira a competitividade e diminui nosso espaço no mercado internacional", lamenta Nicory.
    Como o executivo, outras indústrias sofrem do mesmo mal. A infraestrutura precária tem provocado uma expansão sem limites nos custos logísticos. Segundo um estudo do Departamento de Competitividade de Tecnologia (Decomtec) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), as empresas têm uma despesa anual extra de R$ 17 bilhões por causa das péssimas condições das estradas, burocracia (e sucateamento) nos portos, falta de capacidade das ferrovias e gastos com armazenagem.
    Tudo isso aliado à exorbitante carga tributária do País cria um ambiente inóspito à expansão dos negócios. "Está muito caro produzir no Brasil", lamenta o diretor do Decomtec, José Ricardo Roriz, responsável pelo estudo Carga Extra na Indústria Brasileira, feito a partir de uma pesquisa com 1.211 empresas do setor. Segundo elas, 0,36% (R$ 6,2 bilhões) do faturamento anual é gasto com manutenção da frota de veículos; 0,6% (R$ 10,2 bilhões) vai para o transporte das mercadorias; e 0,4% (R$ 675 milhões) fica com armazenagem obrigatória devido aos atrasos.
    Esses custos extras representam quase 15% de todo gasto que a indústria tem com transportes e armazenagem. No total, as companhias destinam 7,2% do faturamento, ou R$ 122,3 bilhões, para movimentar suas mercadorias no Brasil.
    Explosiva. Na avaliação de Roriz, o País vive uma situação explosiva: "A taxa de juros é elevada, o câmbio está desvalorizado, o preço da energia e da logística está nas alturas e a carga tributária não para de crescer". Segundo o estudo, em vários países o peso dos impostos é elevado, mas o governo consegue devolver o dinheiro por meio de uma infraestrutura de qualidade, o que reduz o custo de transporte.
    Aqui a situação é completamente oposta. Além de pagar fortunas de tributos, as empresas ainda são punidas com os custos decorrentes das péssimas condições de estradas e portos.
    Nicory diz que nos últimos anos a escalada dos custos obrigou a empresa a criar um departamento logístico para traçar novas rotas de transporte e reduzir a pressão sobre a rentabilidade.
    A estratégia da empresa, que tem quatro fábricas em São Paulo, já surtiu efeito positivo: reduziu em 50% os custos que representavam até 5% do faturamento. A empresa tem frota própria para enfrentar os problemas urbanos, especialmente os da capital paulista, onde tem uma unidade. "Tiramos as mercadorias da fábrica no Brás em pequenos caminhões e levamos até transportadoras próximas a Guarulhos. Dali elas fazem a distribuição."
    O caminho até o cliente, no entanto, é cheio de contratempos. "Ora chove e os caminhões não conseguem sair do lugar; ora os veículos quebram por causa da quantidade de buracos. Quantas vezes, os navios deixam os portos brasileiros sem a mercadoria prevista. Os prejuízos são incomensuráveis", destaca Alfried Plöger, do Grupo Melhoramentos, cujos negócios englobam editora, celulose e desenvolvimento urbano.
    Segundo ele, da porta da fábrica para dentro, boa parte das empresas brasileiras não perde para nenhuma outra em termos de custos. Mas, ao atravessar os portões, o produto nacional perde competitividade e, muitas vezes, não consegue disputar nem no mercado interno. Uma das críticas de Plöger, cuja empresa importa e exporta produtos, está na burocracia do sistema portuário brasileiro. Ele conta que, na última Bienal, os livros que seriam lançados não chegaram a tempo do evento porque houve demora na liberação.
    As transportadoras também reclamam dos portos. A queixa do presidente da ASA Transportes, Valdir Santos, é o tempo para descarregar em Santos. "Às vezes, demora dois dias. Isso significa ficar com o caminhão parado, sem receber nada."

    Fonte: http://www.estadao.com.br

    Radar vai multar caminhões na faixa da esquerda da Imigrantes

    O Estado de S.Paulo

    Caminhões que circularem pela faixa da esquerda na Rodovia dos Imigrantes, na pista sentido São Paulo, poderão ser multados por um radar criado especificamente para flagrar esse tipo de infração de trânsito - o primeiro do tipo em rodovias do Estado.

    O radar está instalado no km 48 da rodovia, ponto em que a pista tem três faixas, e começa a aplicar as multas amanhã. Segundo a Ecovias, concessionária que administra o Sistema Anchieta-Imigrantes, o aparelho detecta o comprimento e a massa do veículo - e flagra todos os tipos de caminhões, de Veículos Urbanos de Cargas (VUCs) a carretas superdimensionadas.

    Segundo a diretor-superintendente da Ecovias, José Carlos Cassaniga, o local para a instalação da máquina foi escolhido por ser no meio do trecho de serra. "Nossos estudos apontaram aquele ponto como de grande número de transgressões às boas práticas do trânsito", afirmou Cassaniga.

    A Ecovias vai acompanhar o desempenho do radar para avaliar a instalação em outros pontos da Imigrantes e da Via Anchieta. Mas, por enquanto, ainda não há nenhuma definição. Ainda segundo a concessionária, embora não seja mais obrigatória, há sinalização indicando a existência do radar.

    O Sindicato dos Transportadores Rodoviários Autônomos de Bens do Estado de São Paulo (Sindicam-SP) concorda com a fiscalização na Imigrantes. Mas diz que o mesmo não poderia ocorrer na Anchieta, que tem duas faixas de circulação, porque isso impossibilitaria a ultrapassagem de veículos muito lentos.

    Fonte: http://www.estadao.com.br