Novidade



O consultor de negócios da Iveco Caminhões, atuo nas regiões de Itaquáquecetuba, Poá, Suzano, Mogi das Cruzes, Salesópolis, Biritiba Mirim Santa Izabel, Arujá e Guararema.
O novo Iveco Vertis 9 e 13 toneladas era o que faltava no mercado. Com alta performance e o menor custo de manutenção da categoria, ele é a cara do seu negócio – a cara da nova economia. Com o novo Iveco Vertis a produtividade do seu negócio conta com uma forcinha extra: economia de combustível de 5 a 10% menor que o do concorrente mais próximo.
O  novo Iveco Vertis vem com motor NEF 4, transmissão ZF, eixos ArvinMeritor e Sifco, freios master, Knor Bremse, cardans Dana.
Com o novo Iveco Vertis, rampa vira plano e plano vira desempenho total: o motor FPT NEF 4 garante potência para velocidade máxima e torque para melhor arrancada em subidas e respostas rápidas na retomada de velocidade.
  • Modelo 90V16: NEF 4 > 154 cv @ 2.500 rpm > 530 Nm @ 1.400/2.000 rpm
  • Modelo 130V18: NEF 4 > 173 cv @ 2.500 rpm > 590 Nm @ 1.400 rpfm
 Fonte: http://mogidascruzes.olx.com.br

Homenagem aos Caminhoneiros

Terceira geração do Volvo VM chega com motores mais potentes






Mais potência e tecnologia para atender a legislação de emissões a partir de 2012 são os destaques da terceira geração da Linha VM da Volvo do Brasil, que será vendida em janeiro de 2012. Os caminhões pesados e semipesados estão equipados com motores Euro V, propulsores de seis cilindros, e são oferecidos em três opções de potência: 220, 270 e 330 cavalos. Antes, as opções eram de 210, 260 e 310 cavalos.
Caixas de seis e nove marchas
A meta da fabricante com o VM é atender clientes que realizem operações de médias e longas distâncias, e também para os que fazem uso misto urbano (caçamba, lixo, mixer e guindaste) e rodoviário. Para isso, os modelos receberam duas opções de caixa de câmbio: uma com seis marchas, e outra com nove marchas.
A caixa de câmbio de seis marchas, aliada a um eixo traseiro de dupla velocidade, foi projetada para operações de distribuição, em perímetros urbanos ou em rotas metropolitanas. De acordo com a Volvo, o sistema se adapta melhor aos caminhões com caçamba, guincho ou implementos para lixo.
Para as operações rodoviárias, a opção é a caixa de câmbio de nove marchas e com um eixo traseiro com relação mais longa (como é o caso do VM 6×2). Produzida em carcaça de alumínio para ser mais leve, a caixa possibilita menor tara para aumentar o volume de carga transportada. Segundo a Volvo, os modelos anteriores da Linha VM com caixa de nove marchas já respondiam por 60% das vendas para o setor rodoviário.
Para conhecer os motores dos novos VMs e ver como foi sua evolução, clique aqui
Aplicações
Cada faixa de potência dos caminhões pode ser aplicada em uma determinada operação. O VM 220cv é voltado para o uso urbano e regional. Já os VMs 270cv são adaptáveis ao transporte de cargas maiores, de médias e longas distâncias, e em operações logísticas mais aprimoradas. Por último, os mais potentes VMs 330cv, além da vocação rodoviária, são ideais para rodar com carga fracionada, bens de consumo, matéria-prima industrial, alimentos, hortifrutigranjeiros e produtos resfriados.
A configuração 6×4 pode ser usada nos segmentos de construção, canavieiro e florestal e a todo tipo de veículo de apoio nas cidades, como bombeiros, bombas de concreto, veículos de lubrificantes e tanques.
Na área de construção e mineração, o VM pode ser amplamente usado para betoneiras de até 8 m³. Na versão 260cv 6×4, o VM pode vir com tomada de força preparada para esta aplicação. Para o mercado canavieiro, o 6×4 é utilizado nas aplicações Romeu&Julieta, e para o transbordo da cana da colheita para composições maiores.

Foto: Divulgação Volvo (VM 330)

Fonte: Brasil Caminhoneiro

Linha VM adota tecnologia SCR para reduzir emissão de poluentes




Nos novos caminhões VM da Volvo do Brasil, foi adotada a solução SCR (em inglês Selective Catalytic Reduction, ou Redução Catalítica Seletiva), que trata os gases de escape. O sistema funciona com um tanque para o aditivo Arla 32, uma bomba de sucção, uma unidade injetora e um catalisador.
O SCR converte os óxidos de nitrogênio em nitrogênio e vapor de água. De acordo com a Volvo, a bomba faz a sucção do aditivo Arla 32 armazenado no tanque específico, o pressuriza a 5 bar e o injeta no sistema de escape por onde passam os gases provenientes do motor.
A uréia presente no Arla, ao receber a alta temperatura do escape, se transforma em amônia e se mistura aos gases de escape, chegando ao catalisador, onde a uréia reage com óxidos de nitrogênio (NOx), virando, enfim, nitrogênio e vapor de água. Segundo a fabricante, o consumo de Arla 32 será equivalente a cerca de 4 a 5% do consumo de diesel.
A Volvo também informa que, quando houver necessidade de abastecimento do tanque de Arla 32, o motorista será alertado para enchê-lo novamente com o aditivo. Outras eventuais falhas ou irregularidades serão avisados pelo OBD (On Board Diagnosis).
OBD
Por conta do Proconve 7, uma resolução do Conama (Conselho Nacional do Meio Ambiente) estabelece a obrigatoriedade de incorporação de dispositivos de autodiagnose das funções de gerenciamento do motor que exerçam influência sobre as emissões.
Por conta disso, a Volvo desenvolveu o dispositivo OBD (On Board Diagnosis), sistema que monitorará constantemente o motor, indicando eventuais falhas ao motorista. “Dependendo do nível de emissões de poluentes, o OBD também reduzirá gradativamente o torque do motor em caso de mal funcionamento persistente e que possa, de alguma forma, comprometer o nível de emissões”, afirma Ricardo Tomasi, engenheiro de vendas da fabricante.
De acordo com a Volvo, o OBD faz um diagnóstico do funcionamento do caminhão por meio da supervisão dos sinais de vários sensores distribuídos em diversos pontos da arquitetura eletrônica do veiculo. Serão monitorados os sistemas de injeção, admissão de ar e gases de escape.
“O motorista terá no painel uma lâmpada de alerta dedicada ao sistema OBD, denominada MIL, semelhante às lâmpadas existentes em painéis de automóveis, que acenderá na eventualidade de falhas. Mensagens no painel também avisarão o motorista sobre o problema, indicando que ações para correção do desvio devem ser tomadas”, finaliza Tomasi.

Divulgação: Volvo

Fonte: Brasil Camionhoneiro

Avaliamos a grande estrela da Mercedes-Benz que faz quase tudo sozinho




Na estrada, ele chama atenção. Da cabina, você pode ver os outros caminhões por um ângulo um pouco mais solene: por cima. A versão completona que avaliamos do Actros 2646 LS 6×4 tem 3,483 metros de altura. São quatro degraus para se acomodar lá em cima, no cockpit do motorista. E o termo se acomodar é levado a sério: Sentado a um banco que poderia ser chamado de poltrona, tudo se ajusta para propiciar uma condução perfeita.
É um caminhão top de linha. A própria Mercedes-Benz o recomenda a transportadores “altamente profissionalizados, que focam a produtividade e valorizam a tecnologia, conforto, segurança e potência, além da economia de combustível”.
A faixa de preço, por volta de R$ 500.000,00, também posiciona este produto especificamente para grandes empresas de transporte. Por um pouco mais da metade deste valor é até possível comprar um pesadão que faça o mesmo serviço, mas que está a anos-luz de oferecer os mesmos recursos.
É, sem dúvida, um veículo para quem precisa oferecer muito mais do que simplesmente transportar mercadorias de um ponto a outro. E há aí um nicho de mercado que todas as fabricantes nacionais estão de olho.
Para o transportador que quer prestar serviços a grandes empresas geradoras de carga itens como mais segurança, mais eficiência, mais conforto e, acima de tudo, rentabilidade, são considerados. E, para atender a estas demandas, não dá para economizar em tecnologia.
O Actros, que ainda é importado, mas ano que vem começa a ser produzido no Brasil na fábrica que a Mercedes-Benz já tem em Juíz de Fora/MG, encontra seus concorrentes diretos em modelos oferecidos pela Iveco, Scania e Volvo. Já anunciado, ano que vem chegam também os modelos top da MAN e vai ser, por certo, briga de gigantes.
Grosso modo, estão todos no mesmo patamar, tanto quando se fala de preço quanto de tecnologia, mas é ao volante que se pode detectar algumas distinções e vantagens. Nesta nossa primeira avaliação, embora conheçamos os concorrentes diretos, não faremos comparações.
Outro ponto que julgamos não ser sensato aferir é o consumo. As variantes são tantas que não vale a pena apurar. Tudo pode interferir: o jeito de conduzir, a temperatura, as intempéries, a topografia, condições da estrada, de tráfego, etc. Definitivamente, qualquer medição de consumo feita é suspeita e sujeita a contestações. Portanto, deixamos de fora.
Um pesadão com um motor com 456 cavalos de potência e mais de 40 toneladas nas costas pode fazer desde 1,5 até quase 3 quilômetros com um litro de diesel. Tudo vai depender dos fatores acima.
O câmbio automatizado do Actros leva a marca Mercedes-Benz, MB G 330-12 – a última dezena indica que há uma dúzia de velocidades disponíveis. As últimas são bem mais longas, ideais para velocidade de cruzeiro. Além da comodidade para o motorista, pode apostar, a tocada fica bem mais econômica.
Item que chama atenção logo de cara nesta nave da Mercedes-Benz é o botão no painel que impede que o caminhão dê aquela indesejável volta para trás em rampas. Acionado, você tira o pé do freio e pisa tranquilamente no acelerador botando o caminhão em movimento. Para motoristas desatentos isso não é luxo, é segurança.
Avaliamos o Actros com uma composição bitrem da Noma com lastro de 44 toneladas. E traçamos um roteiro onde foi possível fazer uso dos recursos, muitos aliás, do caminhão. Pegamos a rodovia Anchieta no Km 15, rumo a Santos/SP, descemos a Serra do Mar e, já na Baixada, seguimos pela Via Expresso Sul (antiga Rodovia Pedro Taques) até o município de Itanhaém, num trajeto total, ida e volta, de 320 quilômetros.
Na larga e segura Anchieta avaliamos à exaustão o piloto automático e o sensor de presença que fica posicionado bem no meio do parachoque dianteiro. Com um toque sutil na alavanca direita (onde se pode controlar diversas outras funções do caminhão) o piloto automático é acionado. O display no painel indica que está ativado e você pode escolher, também tocando um botão da alavanca direita, que velocidade quer que o caminhão siga, e se mantenha, durante parte do trajeto.
Funciona bem e as informações que aparecem no display são claras e amigáveis. O sensor de presença pode ser ajustado para qual distância do veículo da frente você prefere manter por considerar segura. Testamos com dez, vinte e trinta metros. Funcionou perfeitamente.
Resolvemos, com distância ajustada de apenas dez metros, acelerar o caminhão a 80 km/h na terceira faixa e depois voltar para a faixa da direita logo atrás de um Uno que certamente trafegava a uns 60 km/h. Nesta situação, sem que tocássemos no freio, o sensor freou o caminhão e instantaneamente o botou na mesma velocidade do Uno (respeitando a distância estipulada).
Tudo tão rápido, e eficiente, que nem deu tempo para o motorista do Uno se assustar com o caminhão gigante crescendo em seu retrovisor. A dez metros a composição toda respeitou a velocidade do pequeno carro à frente e não fez aquela aproximação ameaçadora, muito comum, aliás, nas estradas brasileiras. Tudo isto, é preciso destacar, sem que o motorista precisasse fazer nada além de tão somente tomar conta do volante.
Para mudar de faixa, caso se esqueça de dar a seta indicando a manobra, um sensor dá o alerta sonoro. Um tanto escandaloso, eu diria. É uma precaução técnica para o caso de algum cochilo, mas funciona bem como educador de trânsito também.
Com piloto automático, sensor de aproximação, sensor que adverte mudança de faixa sem sinalização, sensor que aciona o parabrisa em caso de chuva e liga automaticamente os faróis, sensor que mantém a cabina climatizada com o caminhão desligado, cabina com piso plano, câmbio automatizado e computador de bordo, o Actros surpreende e foge, tecnicamente, do lugar-comum.
Todo mimo tecnológico tem suas funções ligadas à segurança e à comodidade, mas essencialmente permite que o condutor se atenha à sua tarefa primordial: concentração total no ato de dirigir.
Neste ato, mais do que acelerar, que ganhar tempo, é fundamental que o caminhão consiga diminuir a velocidade com eficiência, e melhor ainda se o fizer poupando os discos de freio.
Se o caso exigir freadas emergenciais, os freios ABS e o sistema ASR (controle de tração das rodas) conseguem estancar a composição inteira (vá lá, bom motorista também chama a alavanca de freio da carreta em condições extremas de frenagem).
Mas, em situações normais, como a descida da Serra do Mar, não carece utilização do disco de freio, nem tocamos no pedal, a composição toda vai sendo controlada, ladeira abaixo, pelo freio-motor Top Brake no primeiro estágio da alavanca direita (aquela que faz quase tudo) e, para segurar ainda mais, basta baixar mais um estágio da mesma alavanca que o retardador da Voith entra em ação colocando uma cavalaria de força contrária.

Fonte: http://www.brasilcaminhoneiro.com.br